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Ninjutsu Moderno 忍術


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Frase da Semana - “A vitória pertence àquele que acredita nela, e àquele que acredita nela por mais tempo.” - Pearl Harbor

Agressores Caninos

Canino agressivo

 

Nem todos os agressores numa situação de defesa pessoal poderão ser obrigatoriamente humanos…

O agressor mais provável de encontrar nas ruas (sem ser o Homem), será um canídeo.

O cão tem mais qualidades naturais e está fisicamente mais capacitado para lutar e se defender que o Homem.

Desde os inícios da civilização, os cães têm sido domesticados e treinados para protecção do Homem e dos seus bens, assim como para ataque. Átila, Rei dos Hunos, usou cães couraçados na batalha de Chalons e Carlos I de Espanha usou mais de 500 cães da raça “dogue alemão" na guerra contra Francisco I de França. Na Segunda Guerra Mundial, os soviéticos usaram cães com minas e outros explosivos amarrados à sua zona lombar, com o fim de destruir os tanques de guerra alemães. O próprio Adolf Hitler mandou “criar” e usar os cães de raça “doberman” como animal de ataque, facto que forma a negra lenda sobre esta raça. A Legião Estrangeira conta com cães que desempenham trabalhos de protecção de perímetros militares, vigilância de prisioneiros, busca de minas e ataque ao inimigo, quando os soldados se encontram mais próximos do inimigo, como numa luta mais corpo-a-corpo.

O cães são bastante úteis na nossa sociedade, seja para companhia, cães-polícia, farejadores de droga, cães de salvamento, cães-guia, cães de defesa doméstica, etc.

A maioria dos ataques caninos acontecem com cães que o próprio atacado conhece – o cão do vizinho, do amigo ou do familiar, o que nos leva a crer que muitas vezes nos aproximamos de cães que não conhecemos tão bem quanto pensamos e que, em muitos casos, os próprios donos não conhecem tão bem quanto pensavam.

É importante destacar que nem todas as agressões ou ataques por parte de cães são iguais, nem acontecem sempre pela mesma razão.

Hoje em dia conhece-se muito mais acerca do carácter do cão, do seu comportamento, assim como dos motivos que o levam a atacar pessoas ou mesmo outros cães ou outras espécies.

O cão, descendente e “primo” natural do lobo, não irá atacar em qualquer situação nem de qualquer maneira. Se ele sentir que numa luta com um humano se irá ferir gravemente ou morrer, não lutará (à excepção dos pastores alemães e belgas, que lutam até à morte para defender o seu “dono” ou amigo, se necessário. São as únicas raças  que o fazem, em situações extremas. Fora isso, talvez apenas um cão com raiva lute até à morte.).

Quando um animal adestrado ou domesticado ataca, fa-lo-á sempre sob a influência de uma condicionante. Um cão que por sistema atacasse qualquer humano que visse, poria em grave risco a sua vida e assim, o seu êxito na reprodução e a sua capacidade de sobrevivência estariam comprometidos e seriam praticamente nulos.

O caso do cão que decide atacar no seu território para defender o dono ou a sua ninhada de crias é diferente. Neste caso, irá atacar para obter benefícios superiores aos custos.

Os dois princípios porque o cão se move são a sobrevivência e a reprodução.

 

Seguidamente serão explicados os diferentes tipos e motivos para ataques e agressões caninos, bem como as circunstâncias que os motivam:

  • Agressão competitiva – Caracteriza-se por ser hierárquica. O cão, à semelhança do lobo, precisa de saber quem é o seu líder e não vai deixar qualquer um dar-lhe ordens se não considerar que é seu superior. Portanto, não se deve dar ordens a um cão que não se conhece bem e muito menos tentar forçá-lo a cumpri-las. E não se deve tocar-lhe se estiver a dormir, a comer ou se tem algum objecto na boca.
  • Agressão territorial – Seguindo com a conduta do lobo, o cão também marca o seu território, de maneira que o que para nós pode ser a coisa mais natural, para o cão pode ser uma invasão, pelo que convém ter cuidado ao entrar numa casa, num jardim, etc. Muitas vezes, mesmo que o dono diga “pode entrar que ele não faz mal, não morde”, é preciso ter algum cuidado.

 

Há também um terceiro tipo de agressão, que envolve eventos passados… Os cães lembram-se de quem no passado os magoou, de quem os tratou mal, mesmo tendo sido em apenas uma ocasião e já tendo sido há muito tempo. Se uma pessoa que tenha no passado agredido ou assustado um cão de alguma forma se aproximar do último, ele vai no mínimo rosnar para essa pessoa e colocar-se em posição de ataque.

 

Perante um ataque iminente de um cão, seja de que tipo for, as opções e formas de defesa que temos são:

  • NUNCA lhe virar as costas e tentar fugir a correr – Um cão corre com bastante mais velocidade que um humano e também tem bastante mais resistência, ou seja, qualquer um que fuja de um cão irá cansar-se muito antes do cão se cansar. Relembremos que os cães têm 4 patas que usam para correr e os humanos têm 2 pernas…
  • Um dos instintos naturais que os cães “herdaram” dos lobos, é o ataque imediato e brutal ao pescoço, perfurando e rasgando as artérias carótidas, afim de matar rapidamente a presa… Tentar proteger a todo o custo esta área do corpo. Também são muito comuns os ataques ao rosto.
  • Em continuação do ponto anterior, se não queremos que um atacante canino nos morda o pescoço ou outra área vital, temos que lhe dar outra zona para morder e concentrar-se nela. A zona mais indicada a “dar à morte” é o antebraço (o lado exterior, não o interior). Se o cão está a correr ou a aproximar-se na nossa direcção, sabemos que quando chegar muito perto de nós, irá saltar, pelo que o melhor a fazer é pôr o antebraço à frente, dando-o como “o alvo mais próximo”.
  • Tal como quando tentamos tirar um objecto da boca de um cão e ele crava mais os dentes e puxa, se lhe dermos o antebraço a morder e depois puxar-nos para nós, a tendência é que o cão irá ter o mesmo comportamento que tem com o objecto, concentrando-se a manter o nosso antebraço na sua boca. Isso poderá servir de distracção para outra coisa que queiramos fazer para acabar com o ataque.
  • As formas de contra-ataque mais viáveis serão atacar o focinho do cão com pancadas, murros, etc. O nariz de um cão é bastante sensível, tem muitos terminais nervosos, pelo que uma pancada nesta zona será bastante dolorosa para o animal.
  • Outra zona bastante dolorosa e que se for atacada pode fazer com que o cão desista da sua agressão é a zona genital, que pode ser facilmente alcançada com pontapés (no caso dos machos, claro…) ou apertada com a mão que se encontra livre.
  • No caso de estarmos deitados no chão há duas formas de evitar ferimentos graves num ataque canino. A primeira é “enrolar” completamente o corpo e proteger com os braços o pescoço, o rosto e a cabeça. Mas esta primeira opção implica que o cão ataque outras zonas do corpo sem parar até que se canse… o que nos leva à segunda opção, que é ficar de frente para o animal, dar o antebraço a morder, como nos últimos pontos, tentar “enrolar” as pernas à zona das costelas flutuantes do canídeo (que é uma zona relativamente frágil), envolvendo toda esta zona para que o cão não consiga escapar, e apertar com bastante força.
  • No caso de um ataque canino realmente brutal (e em muitos casos estes ataques levam à morte do atacado), se tivermos connosco um objecto perfurante ou cortante, como uma faca ou canivete, uma caneta, uma chave pontiaguda, etc., tentar alcançá-la com a mão que está livre e espetar o animal na zona do pescoço, nos genitais ou nos olhos. Em qualquer outra zona do corpo do animal, um corte ou perfuração terá pouco ou nenhum efeito no ataque.
  • Também pode ser usado qualquer objecto contundente, como um pau, uma pedra grande, etc., para bater na zona do focinho, no nariz.

 

As raças caninas consideradas potencialmente perigosas encontram-se abaixo.

 

Raças potencialmente perigosas 

 

O facto de estarem aqui descriminadas estas raças não implica que os ataques e agressões sejam feitos apenas por cães destas raças. E também há que considerar os animais que provenham de cruzamentos entre estas raças e outras, que podem ser igualmente ou mais agressivos que os que estão aqui apresentados.

Também não se quer dizer que todos os cães das raças aqui apresentadas sejam perigosos. É por isso que são consideradas raças potencialmente perigosas. Quer dizer apenas que há mais probabilidade dos animais destas raças serem agressivos ou cometerem ataques a humanos.

 

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